Notas sobre mim – 3 (será?)

É engraçado como as pessoas mudam de totalmente amantes para totalmente indiferentes

Não que isso seja um caso de vida ou morte.

A vida ensinou a mim e eu aprendi. Essa dor só dói, não mata.

Um coração partido, só o é porque seu portador permitiu. É duro dizer, mas é real.

Deixamos que as pessoas à nossa volta permeiem as membranas mais seletivas que temos, como se não fosse possível amar ao outro amando-nos. 7

Deixamos de nos amar, quando o fazemos.

E sem perceber deixamos que se instale em nossa vida uma relação nociva, onde ou somos parasitados, ou onde parasitamos.

Acredite, fazemos isso, quase inconscientemente, como se normal fosse!

Pena!

Para mim parece um sintoma e não uma doença, sintoma de que a sociedade e muitos valores estão doentes. De que nossa cosmovisão está deturpada em alguma parte.

E o digo por experiência e por convivência.

A felicidade, creio eu, existe, mas há uma linha tão tênue e frágil entre o ser e o estar. Entre o porquê e o pra quê, entre o meio e o fim.

Esse é o meio em que estamos sujeitos a nos deixar permear, a deixarmos de ser seletivos.

Longe está a resposta de minhas lindas teclas nesse momento, quiçá de meu intelecto!

Eu só vim fazer essa anotação mental (?) para não esquecer de que preciso observar, atentar, refletir e não me deixar levar por nada e ninguém que não me permita amar e demorar em um abraço, onde seja rotulada como errada por ser eu mesma, onde seja tachada de egoísta por sonhar meus sonhos de menina.

 

 

assinatura-lua-tinteiro

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